terça-feira, 14 de setembro de 2010

Complexo B pode desacelerar atrofia cerebral em idosos com déficit cognitivo, segundo estudo publicado no periódico PLoS ONE.

Um aumento da atrofia cerebral é frequentemente observado em pessoas idosas, em particular nas que sofrem de declínio cognitivo. O aumento das taxas de homocisteína é fator de risco para a atrofia cerebral, déficit cognitivo e demência. As concentrações plasmáticas de homocisteína podem ser reduzidas pela administração de vitaminas do complexo B.

Para determinar se a suplementação de vitamina B (que reduz os níveis plasmáticos totais de homocisteína) pode desacelerar a atrofia cerebral em pessoas com déficit cognitivo leve, foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo envolvendo 271 indivíduos de mais de 70 anos com déficit cognitivo leve. Os participantes foram divididos em dois grupos de igual tamanho. Um grupo foi tratado com ácido fólico (0,8 mg/dia), vitamina B12 (0,5 mg/dia) e vitamina B6 (20 mg/dia) e o outro grupo recebeu placebo. O tratamento durou 24 meses. A avaliação principal foi a mudança na taxa de atrofia cerebral através de uma série de ressonâncias nucleares magnéticas. O estudo foi publicado no periódico Public Library of Science One (PLoS ONE).

No total, 168 participantes concluíram a avaliação (85 no grupo de tratamento ativo e 83 no grupo que recebeu placebo). A taxa média de atrofia cerebral no ano foi de 0,76% no grupo que recebeu as vitaminas, e de 1,08% no grupo do placebo. A resposta ao tratamento foi relacionada aos níveis de homocisteína: a taxa de atrofia nos participantes com homocisteína maior do que 13 µmol/L foi 53% mais baixa no grupo de tratamento ativo. Quanto maior a atrofia, menor o desempenho em testes cognitivos. Não houve diferenças significativas em relação aos efeitos adversos com o uso de vitaminas do complexo B.

Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, concluíram que a aceleração da atrofia cerebral em idosos com déficit cognitivo pode ser retardada com o tratamento com vitaminas do complexo B que reduzem a homocisteína. Dezesseis porcento daqueles com mais de 70 anos têm déficit cognitivo e metade daqueles com doença de Alzheimer. Devido ao fato da atrofia cerebral ser uma característica daqueles com déficit cognitivo leve que desenvolvem a doença de Alzheimer, novas pesquisas são necessárias para verificar se o mesmo tratamento pode retardar o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Fonte: Public Library of Science One (PLoS ONE), setembro de 2010

Uso de vitamina D pode melhorar o controle da asma por reduzir a inflamação, mostra artigo de revisão publicado no Annals of Allergy, Asthma & Immunology.

Publicado na edição de setembro do Annals of Allergy, Asthma & Immunology, artigo de revisão mostra que a suplementação com vitamina D pode melhorar o controle da asma por inibir o influxo de citocinas inflamatórias e aumentar a secreção de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas.


Artigo de revisão foi realizado através da coleta de informações no banco de dados da Pubmed de artigos publicados entre 1950 e 2009. O objetivo foi estudar o papel da vitamina D na patogênese da asma e as consequências potenciais da deficiência desta vitamina nesta patologia.


Evidências sugerem que a deficiência de vitamina D está associada ao aumento da reatividade das vias aéreas, diminuição da função pulmonar, piora do controle da asma e possibilidade de resistência aos esteroides usados no tratamento desta doença.


As células epiteliais pulmonares expressam altos níveis de 1α-hydroxylase, que permite a conversão do calcidiol inativo em calcitriol ativo no pulmão. O calcitriol inibe a síntese de citocinas do tipo RANTES reduzindo a inflamação. A vitamina D também aumenta a síntese de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas e é capaz de induzir a expressão de várias moléculas antimicrobianas como as catelicidinas, que destroem patógenos não virais pela formação de poros nas membranas.


Os pesquisadores criaram a hipótese de que a suplementação de vitamina D pode melhorar o controle da asma, inibindo o influxo de citocinas inflamatórias no pulmão e diminuindo a secreção de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas. Mais estudos nesta área precisam ser feitos para avaliar esta hipótese.


Outros estudos já identificaram que a deficiência de vitamina D está associada a outras patologias como diabetes mellitus, doenças cardíacas e certos tipos de tumores malignos.


Fonte: Annals of Allergy, Asthma & Immunology de setembro de 2010

ORGULHO DE SER FARMACÊUTICO

A farmácia comunitária do RJ estápassando por transformações que irá quebrar um modelo arcaico da nossaprofissão, onde os empresários fingem que pagam e muitos de nósfingem que trabalham. Finalmente com a fiscalização da lei federal (Lei 5991/73) que determina a presençado farmacêutico em tempo integral durante o horário de funcionamento de umafarmácia, nós poderemos realmente ter a tranqüilidade para trabalhar, pois nãonecessitaremos mais está nos submetendo às práticas pitorescas que entravam aevolução da nossa profissão. Práticas estas, meus amigos, que poderiam serexpostas aos montes aqui, mas ao invés de relembrarmos o passado, gostaria deum exemplo futuro; imaginem que neste momento quando entrar em uma farmácia opaciente virá em busca da informação que você tem para ele, e você vai estarlá. Sabendo disto ele irá te procurar sempre, se você conquistá-lo. Esseprofissional farmacêutico é quem os empresários querem trabalhando, ele faz adiferença para a empresa. Monte o seu cartão de visita com os números dasempresas que você trabalha ou com o seu próprio número, faça-se um profissionaldo futuro e serás bem pago. Acham-se isto impossível, veja como é a relaçãomédico-paciente, não importa a clínica onde ele trabalha, o paciente vai atrásdaquele profissional.

Não sou visionário e sei que isto não acontecerá imediatamente, depois detantos anos de atraso na nossa profissão, está na hora de revertermos isto,vamos trabalhar sim, cada um ao seu modo, mas de alma limpa não a mais tempo deaceitar práticas que nos tiram a chance de demonstrar nossos conhecimentosdurante o nosso expediente e pior, ferem a nós mesmos e aos nossos colegas.Aceitar trabalhar por menos que o piso farmacêutico é um desacato a suaformação acadêmica e a população, chega de trabalhar ou assinar 12 horasganhando por 8 horas para manter o emprego, nós estamos livres disto, repitoaqui as palavras que proferi em reunião, você não é obrigado a ir trabalhar emuma farmácia distante de sua casa porque ninguém quer mais ir, porque você écandidato a uma vaga, novato em uma empresa ou está com medo de perder o seuemprego, negocie o seu salário o piso é o piso, ou seja, o mínimo que você podereceber por àquelas horas. Se te querem trabalhando longe ou em um horárioimpróprio que te paguem mais por isto. Gostaria de dizer neste ponto quecomissão não é salário, o salário negociado está na carteira de trabalho e deveser depositada em conta, a comissão é algo além deste valor, enfatizei esseponto para alguns que não sabem bem os seus direitos, quem tiver dúvida procureo sindicato. 

Para os empresários, especialistas em economia que estão me lendo, deixo amáxima da lei da oferta e da procura, procure por um profissional qualificado eterás o melhor farmacologista e fisiologista do mercado, mas ele não irátrabalhar pelo saláriobásico.                

Nunca se esqueçam, somos os profissionais da saúde naquele momento em umdeterminado local, bairro, cidade ou circunstância. Tenham orgulho disto evalorizem-se. 

Hyndrews Nogueira.
CRFSP - 51720
CRFRJ - 14524

Concurso para 547 vagas no Rio de Janeiro

A SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina / Programa de Atenção Básica e Saúde da Família, torna público que fará realizar no Município do Rio de Janeiro, Processo Seletivo de vagas de diversos cargos, a serem contratados sob o Regime Jurídico CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).


O concurso tem vagas para enfermeiro, dentista, farmacêutico e varios outros cargos para a área da saúde. Os salários chegam a R$ 4.063,02


Confira o edital aqui


Fonte: SPDM


Proteína pode definir novo alvo para remédio contra Alzheimer

Proteína pode definir novo alvo para remédio contra Alzheimer Num ano em que as novidades sobre o Alzheimer parecem se alternar entre esperançosas e desanimadoras, uma nova descoberta, realizada por um cientista de 84 anos, iluminou um novo caminho.

O cientista, Dr. Paul Greengard, que recebeu um prêmio Nobel em 2000 por seu trabalho na sinalização de neurônios, ainda trabalha sete dias por semana em seu laboratório da Universidade Rockefeller, em Nova York, a dois quarteirões de distância de seu apartamento, para onde caminha levando seu velho cachorro ¿ o Alpha.

Ele se interessou pelo Alzheimer há aproximadamente 25 anos, quando o pai de sua esposa ficou doente, e sua pesquisa é atualmente financiada por uma fundação filantrópica criada unicamente para permitir que ele estudasse a doença.

Além das bolsas concedidas do governo federal, esta fundação foi a principal responsável por permitir sua descoberta de uma nova proteína necessária na produção da beta amiloide, material da placa que se forma no cérebro das pessoas com Alzheimer.

A descoberta, publicada pela revista Nature, revela um novo alvo potencial para medicamentos que, segundo a principal hipótese sobre a origem do Alzheimer, poderia desacelerar ou interromper os devastadores efeitos dessa doença incurável.

O trabalho envolve experimentos em laboratório e estudos com ratos, então os resultados ainda estão bem longe dos consultórios e hospitais. Mas muitos pesquisadores, ainda afetados pelas declarações feitas pelo laboratório Eli Lilly na semana passada, afirmando que seu remédio experimental acabou piorando a doença, sentiram-se estimulados.

"Esta é uma abordagem realmente nova", afirmou o Dr. Paul Aisen, da Universidade da Califórnia, em San Diego. "O trabalho é muito sólido e convincente". Aisen dirige um programa, financiado pelo Instituto Nacional do Envelhecimento, para conduzir testes para tratamentos de Alzheimer.

Nos últimos anos, as pesquisas sobre o Alzheimer explodiram. Agora, segundo Aisen, cerca de 200 artigos sobre o assunto são publicados semanalmente. Existem novos exames por imagens e outros testes, como a punção lombar, que buscam sinais da doença o mais cedo possível, permitindo aos pesquisadores testar medicamentos antes que os cérebros dos pacientes fiquem arruinados demais. E empresas estão testando cerca de 100 remédios experimentais que, segundo esperam, irão alterar fundamentalmente o curso do mal de Alzheimer.

A maioria dos novos remédios foca numa enzima, chamada de gama secretase, que recorta uma grande proteína para produzir a beta amiloide. O problema do Alzheimer é supostamente uma superprodução de beta amiloide - a proteína é produzida em cérebros saudáveis mas, segundo as conjecturas, em quantidades menores. Sua função normal é incerta, mas pesquisadores recentemente descobriram que a beta amiloide pode matar micróbios, indicando que ela poderia ajudar a combater infecções.

Além de produzir a beta amiloide, porém, a gama secretase desempenha papéis cruciais em nosso corpo. Ela remove restos de proteínas deixados para trás na superfície de células nervosas, e também é necessária para produzir outras proteínas - por isso, bloqueá-la completamente seria problemático. Muitos cientistas acham que o erro do medicamento de Eli Lilly, que, segundo pesquisadores, atacou a gama secretase com um martelo, foi interromper todas as suas funções. Outras empresas dizem que seus remédios experimentais são mais sutis, mas que ainda podem afetar os outros alvos da enzima.

Greengard descobriu, porém, que antes mesmo de a gama secretase iniciar seu serviço, a proteína encontrada por ele, que ele chama de "proteína ativadora de gama secretase", precisa dizer à enzima para produzir beta amiloide. E como essa proteína recém-descoberta é usada pela enzima somente para a produção de beta amiloide, bloqueá-la não surtiria efeito sobre as outras atividades da gama secretase.

Acontece que o remédio contra o câncer chamado Gleevec, já no mercado para tratar alguns tipos de leucemia e um raro câncer no sistema digestivo, bloqueia essa nova proteína. Como consequência, ele bloqueia a produção de beta amiloide. Mas o Gleevec não pode ser usado para tratar Alzheimer, pois ele é bombeado para fora do cérebro na mesma velocidade com que entra. Mesmo assim, segundo pesquisadores, deve ser possível encontrar medicamentos similares a esse, e que fiquem no cérebro.

"Você poderia usar o Gleevec como uma molécula iniciadora", disse Rudolph Tanzi, professor de neurologia e pesquisador do Alzheimer na Escola de Medicina de Harvard. "Você poderia alterar um pouco a estrutura e tentar opções, até acertar uma que faça o que o Gleevec faz sem ser expulso do cérebro. Isso é possível".

Recentemente, Greengard contou a história de sua descoberta. Ele se sentou numa cadeira marrom em seu escritório, no nono andar de um velho prédio de pedra da universidade meticulosamente ajardinada, vestindo um suéter amarelo com gola em V e sapatos pretos de solado grosso. O cachorro Alpha estava calmamente deitado aos seus pés.

A assistente de Greengard pediu o almoço ¿ melão enrolado em presunto; ravióli com recheio de pêra mascarpone e queijo pecorino; cerejas; e biscoitos. Mas Greengard, absorto na história de sua ciência, pediu que ela não entrasse com a comida.

"Eu pensei, essa é uma doença simplesmente terrível e talvez eu possa fazer algo a respeito", disse ele.

Cerca de uma década atrás, Greengard e seus alunos de doutorado fizeram a primeira descoberta no caminho da nova proteína - eles receberam uma pista de que certos tipos de remédios poderiam bloquear a produção de beta amiloide. Assim, fizeram uma extensa análise de medicamentos que respeitavam esse critério e descobriram que um deles, Gleevec, funcionava. Ele interrompia completamente a produção de beta amiloide.

Aquilo foi animador - até Greengard descobrir que o Gleevec era expulso do cérebro. Ainda assim, ele descobriu que inoculando o remédio diretamente dentro dos cérebros de ratos com genes de Alzheimer, a beta amiloide desaparecia.

"Nós passamos os seis anos seguintes tentando desvendar como o Gleevec agia sobre a gama secretase", explicou Greengard. Ele sabia, porém, que tinha algo importante nas mãos.

"Eu tinha muito poucas dúvidas a esse respeito", disse ele. "Quando tenho uma ideia, eu tenho fé nela, fé de que ela precisa estar certa". O sistema que ele descobriu - a proteína ativadora de gama secretase ¿ fazia sentido, afirmou Greengard.

"A gama secretase pertence a uma família de proteínas chamada protease", explicou. As proteases cortam as proteínas em moléculas menores. Muitas vezes, porém, as proteases não são muito específicas. Elas podem atacar muitas proteínas diferentes.

"Obviamente, você não pode ter esse tipo de promiscuidade numa célula", disse Greengard. Tem de haver algum tipo de controle sobre quais proteínas são partidas, e quando.

Assim, continuou Greengard, "o que vimos foi que as proteases invariavelmente possuem proteínas de direcionamento, que as ajudam a decidir quais proteínas atacar".

Foi isso que ele descobriu: uma proteína direcionadora que coloca em movimento a atividade da gama secretase, o que gera a beta amiloide. Para testar essa descoberta, ele desenvolveu geneticamente um subgrupo de ratos que tinha um gene do Alzheimer, mas bloqueou o gene para a proteína ativadora de gama secretase. Os animais pareciam ser perfeitamente saudáveis. E eles não desenvolveram placas no cérebro.

Para o Dr. Sangram S. Sisodia, pesquisador de Alzheimer da Universidade de Chicago, o experimento com os ratos foi essencial. "Aquela foi a prova de conceito", disse ele.

Aquilo significava que Greengard estava certo ¿ a proteína recém-descoberta, quando bloqueada, não parece interferir com outras funções cruciais da gama secretase.

"São ótimas notícias", afirmou Sisodia. Quanto a Greengard, ele disse, "Eu não poderia estar mais animado. Estou certo de que haverá bastante entusiasmo na área".

Fonte: Terra Noticias

Esclerose múltipla: confira algumas dicas para pacientes e familiares enfrentarem a doença

Uma das orientações é não permitir que a enfermidade iniba o doente.



A esclerose múltipla é uma enfermidade que atinge o cérebro e a medula espinhal. É incurável e degenerativa. A doença é uma realidade para 2,5 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que haja 35 mil portadores de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla. Uma pesquisa realizada em São Paulo mostrou que há 15 casos para cem mil habitantes. Por ser invisível e silenciosa, na maior parte dos casos, a esclerose múltipla é mais uma, entre tantas doenças, de difícil constatação e de tratamento tardio. A demora para que o paciente chegue ao diagnóstico fica em torno de cinco anos, conforme o neurologista Rodrigo Thomaz, da Santa Casa de São Paulo. Muito dessa resistência em procurar o médico está no desconhecimento dos sintomas, que surgem em surtos e podem causar tontura, dormência em membros, desequilíbrio e dificuldades para enxergar. A orientação é procurar um especialista sempre que algo diferente ocorrer — dificuldade para enxergar ou para se locomover ou mesmo um cansaço fora do comum.



Dicas para o paciente

• Não se entregue à doença e não permita que ela o iniba. Ficar enclausurado em casa não vai curá-lo.

• Permaneça o máximo possível fazendo suas atividades e não se envergonhe das suas condições,

• Aceite que se trata de uma doença crônica e que você terá de seguir orientações.

• No caso da esclerose múltipla, por exemplo, os sintomas são instáveis — é normal passar por períodos sem qualquer problema e perder a força nas pernas de uma hora para a outra. O importante é ficar sempre em contato com o seu neurologista.
• Acredite no tratamento. Há possibilidade de um diagnóstico bem feito, e a relação com um médico de confiança é muito importante.

• Conheça os seus limites. Isso se aprende com o tempo e com experimentação.

• É normal sentir raiva, medo e tristeza. O problema é viver com esses sentimentos todos os dias. Procure ajuda de um especialista se sentir necessidade.



Dicas para a família

• A doença transforma a vida do doente e de quem convive com ele. As rotinas mudam, as necessidades diárias também. Tenha paciência.

• Esteja preparado emocionalmente para dar suporte prático e afetivo.

• Estimule-o a ir a eventos e passear.

• Informe-se e evite prejulgar. Não pense que o paciente está sendo preguiçoso ou negligente com as tarefas.



Fonte: Clic RBS



Entenda o que é a esclerose multipla


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Risco de pancreatite aguda é mais alto em pacientes com diabetes tipo 2, informa a revista científica Diabetes, Obesity and Metabolism.



Pacientes com diabetes mellitus tipo 2 apresentaram risco três vezes maior de desenvolver pancreatite aguda em relação aos não diabéticos, de acordo com dados publicados na revista científica Diabetes, Obesity and Metabolism.
Entre 2003 e 2007 os dados de 2.984.755 pacientes incluídos no banco de dadosGeneral Practice Research Database (GPRD), do Reino Unido, foram analisados para determinar a incidência e os fatores de risco para a pancreatite aguda em pacientes comdiabetes tipo 2. Comparados aos não diabéticos, o risco de pancreatite aguda em diabéticos tipo 2 foi cerca de três vezes superior, com uma incidência de 65,9/100.000 pacientes ao ano, enquanto nos não diabéticos a incidência foi de 22/100.000 pacientes ao ano.
Além disso, a taxa de pancreatite aguda aumentou ainda mais em pacientes com história prévia deobesidade, pancreatite, doenças da vesícula, consumo de álcool ou cigarro.

África do Sul inicia teste de vacina contra Aids

EUA financiam projeto

A África do Sul iniciou hoje uma série de testes de uma vacina contra a Aids. O primeiro de 36 voluntários saudáveis recebeu nessa segunda-feira uma dose da vacina diante de autoridades e de jornalistas na Cidade do Cabo. Porém, a principal cientista do país, a professora Anna-Lise Williamson, afirmou que o governo suspendeu o apoio financeiro ao projeto. De acordo com ela, os testes seguirão adiante patrocinados pelos Estados Unidos, mas a continuidade das pesquisas está ameaçada. Segundo reportagem do Diário do Nordeste, Anna-Lise afirmou que o Departamento de Ciência e Tecnologia da África do Sul decidiu suspender o financiamento da pesquisa e que um outro contrato de financiamento expirou no ano passado e não foi renovado. Depois de quase uma década negligenciando o problema, a África do Sul passou a viver uma crise por causa da disseminação da aids. Quase 5,2 milhões de sul-africanos (ou mais de 10% da população do país) estavam com o vírus no ano passado. As mulheres jovens são as principais vítimas: um terço das sul-africanas entre 20 e 34 anos estão infectadas.

Fonte: Guia da Farmácia

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A orientação que só o FARMACÊUTICO pode dar.

Um dos principais trabalhos do FARMACÊUTICO é orientar a população sobre o uso correto do medicamento que foi prescrito na receita médica.


Estas informações básicas, sobre o horário e a maneira como o medicamento deve ser ingerido, parecem irrelevantes, mas não são! O não cumprimento dessas recomendações faz com que o tratamento não seja eficaz ou pode intoxicar o paciente, que por ter esquecido de tomar o remédio em um horário resolveu duplicar a dose para recompensar.


Nas propagandas passa-se a idéia de que o medicamento é seguro, sem contra-indicações, sem efeitos colaterais, estimulando que o paciente faça uso do medicamento, buscando sua cura, sem se preocupar com problemas que ele possa causar.


Casos de intoxicação por uso indiscriminado de medicamentos são comuns na população que, desprovida de informações técnicas, acredita em propagandas e confia em indicações de terceiros. Lembre-se que doenças diferentes podem apresentar sintomas parecidos e que o remédio que curou o outro pode agravar o seu estado de saúde.


A Assistência Farmacêutica é um direito do consumidor e deve ser oferecida por todas as farmácias e drogarias. Por meio da assistência farmacêutica, o paciente poderá tirar todas suas dúvidas sobre o uso correto do medicamento, efeitos adversos, opções terapêuticas, interações medicamentosas ou interações com alimentos.


Mas não basta as Farmácias e Drogarias oferecerem o serviço, o paciente tem que disponibilizar um tempo para receber as orientações e estar disposto a seguir as orientações fornecidas. A proteção e recuperação da saúde só são possíveis através de uma terapia medicamentosa correta, segura, fazendo com que o paciente obtenha o melhor resultado, no menor espaço de tempo, sem prejuízos físicos e mentais.


Se você tem um problema de saúde, procure um médico. Se você tem um tratamento medicamentoso, procure um FARMACÊUTICO.


A fim de orientar os pacientes em suas duvidas sobre medicamentos o Blog da Pharmacia criou o Centro de Informações sobre Medicamentos – CIM para que os pacientes entrem em contato e esclareçam suas duvidas.


Você pode mandar sua duvida sobre medicamentos para nosso CIM clicando na imagem abaixo.

Gladson Curcio Viana
Administrador do Blog da Pharmacia



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Agência suspende medicamentos irregulares


Conforme o Diário Oficial desta segunda-feira (6), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da importação do medicamento Choragon. Fabricado na Holanda, ele é importado no Brasil pela empresa LABORATÓRIOS FERRING e estava sendo fabricado em desacordo com as exigências regulamentares.

Além disso, a Anvisa suspendeu a distribuição, o comércio e o uso, do lotede número - 09/0166, fabricado em 02/2009 e com validade 02/2011, domedicamento Zolmic (fluconazol). O medicamento é apresentado em forma de cápsula de 150 mg e apresentou resultado insatisfatório no ensaio “variação de peso”. A empresa será responsável por recolher o referido lote do medicamento do mercado.
Igor Valim - Imprensa

Fonte: ANVISA
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