segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Futuros FARMACÊUTICOS já ocupam lugar na Revista RIOPHARMA

Clique na imagem acima para ver a Revista em pdf

Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul abre concurso

O CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA-RS, TORNA PÚBLICO que realizará PROCESSO SELETIVO PÚBLICO
sob regime da Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, para provimento das vagas existentes e para cadastro de reserva do seu quadro efetivo, com a execução técnico-administrativa da empresa OBJETIVA CONCURSOS LTDA.

As inscrições, que serão apenas via Internet, poderão ser realizadas a partir das 9h do dia 01 de setembr o de 2010 até as 24h do dia 21 de setembro de 2010, pelo site www.objetivas.com.br

Edital completo e maiores informações podem ser obtidas junto à Objetiva Concursos Ltda., pelo Tel.51-33353370 ou em caráter meramente informativo, pela internet, site www.objetivas.com.br www.objetivas.com.br , a partir da data de abertura das inscrições.

Veja o Edital aqui

Fonte: CRF-RS

Concursos Públicos, Provas de Concursos, Apostilas, Simulados e Vídeo-Aulas

domingo, 5 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O perigo da automedicação

Não é só no Brasil que a automedicação e passou a ser uma prática muito difundida. Nos países mais desenvolvidos também, principalmente naqueles com sistemas de saúde pouco estruturados, a ida à farmácia representa a primeira opção procurada para resolver um problema. Pesquisas mostram que a maior parte dos medicamentos consumidos pela população em todo o mundo é vendida sem receitas médicas. Um caso recente de abuso de remédios teve como vítima Alexandre Corrêa, marido de Ana Hickmann, que foi submetido a uma cirurgia às pressas depois que sofreu uma ruptura do baço. Alexandre Corrêa passou mal e resolveu partir para a automedicação, o que comprometeu o órgão, que é o maior do sistema linfático e tem importante função imunológica, na produção de anticorpos e na proliferação de linfócitos ativados, protegendo o corpo contra infecções. Os médicos que atenderam Corrêa afirmaram que o caso não teria se agravado se o marido de Hickmann tivesse procurado um especialista desde que passou a sentir os primeiros sintomas.

E assim, de forma muito forte no Brasil, a cultura da automedicação vai ocupando seu espaço. Diante de quaisquer sintomas, especialmente os mais comuns, como aqueles banais causados pelas viroses, inúmeras pessoas partem para as farmácias mesmo sem ouvir antes os médicos. Embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamente a venda e a propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, os casos mostram que não funciona a regulamentação para aqueles que resolvem consumir tais remédios por indicação própria, na dose que lhes convém e na hora que acharem bem conveniente. Isso porque é fácil comprar medicamentos sem prescrição.

Nos países europeus ocorre o mesmo. Pesquisas demonstram que 5,6 pessoas por farmácia e por semana fazem uso indevido de algum tipo de medicamento. Já no Brasil, a extensão da automedicação não é conhecida com precisão, mas apenas em caráter anedótico ou por meio de levantamentos parciais e limitados. Sabe-se que, por exemplo, das pessoas que procuram atendimento na rede de saúde, cerca de 14% adquiriram medicamentos sem receita médica, percentual que parece subestimado, provavelmente porque a pesquisa não tenha sido elaborada com a finalidade de avaliar o consumo da medicação.

Trata-se de um problema universal, antigo e de grandes proporções, a ponto de a automedicação ser considerada uma forma de não adesão às orientações médicas e de saúde. É justamente nesse sentido que Hipócrates (de 460 a 377 a.C.) já sentenciava que “toda vez que um indivíduo diz que segue exatamente o que eu peço, está mentindo”. Ou seja, não há como acabar com a automedicação, provavelmente pela própria condição humana de testar e arriscar decisões. Médico e sanitarista grego, Hipócrates é considerado pela civilização contemporânea como uma das personalidades mais importantes da história da saúde, frequentemente tido como “pai da medicina”.

Mas, apesar de tudo, existem meios para minimizar a automedicação, a partir de programas de orientação para profissionais de saúde, farmacêuticos, balconistas e a população em geral, além do estímulo à fiscalização apropriada. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Antonio Carlos Lopes, a falta de preocupação com a saúde é cultural, mas ocorre que o médico também não dá as explicações sobre a doença e a importância de fazer acompanhamento e prevenir complicações. Segundo ele, “dessa forma, o paciente acaba recorrendo ao ‘doutor Google’ para entender o que tem, até porque as classes sociais mais baixas esbarram na falta de estrutura do sistema público [de saúde]”.

Ultimamente, a intoxicação por medicamentos é uma das ocorrências mais comuns. Os farmacêuticos consideram que grande parcela desses casos é resultado da automedicação praticada no país ou do uso indevido de medicamentos sem orientação médica. Dados levantados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde comprovam que o mercado brasileiro dispõe de mais de 32 mil medicamentos, motivo pelo qual o Brasil ocupa o sexto lugar entre os países consumidores desse tipo de produto.

Como se isso não bastasse, informações colhidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram que as famílias brasileiras gastaram, em 2007, R$ 44,8 bilhões com medicamentos, o que evidencia até que ponto a automedicação faz parte da cultura brasileira.

Fonte: Brasilia em Dia

Anvisa suspende propagandas de pulseiras que prometem equilíbrio

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (3), a suspensão da propaganda (RE 4092/10) das pulseiras Bioquântica Life Extreme e Power Balance. As propagandas apresentam indicações de uso em saúde que não foram comprovadas.

A medida vale para todos os meios de comunicação de massa, inclusive na internet, especialmente nos sites www.bioperformance.com.br, www.surftrip.com.br, www.brasilpowerbalance.com e www.lifeextreme.net, identificados pela Agência. As propagandas devem ser adequadas ou retiradas do ar. A comercialização do produto continua permitida, mas os fabricantes não podem alegar propriedades terapêuticas.

Fonte: Imprensa/Anvisa

Descoberto agente químico eficaz contra parasita da malária

O estudo foi publicado na edição desta sexta-feira, 3 de setembro, pela revista Science.

A equipe da cientista americana Elizabeth Winzeler, do instituto de pesquisas Scripps Reasearch, da Califórnia, descobriu um agente químico eficaz no combate do parasita da malária, doença que mata um milhão de pessoas por ano.

O estudo foi publicado na edição desta sexta-feira, 3 de setembro, pela revista Science. O agente químico descoberto pela equipe da doutora Elizabeth Winzeler demonstrou ser capaz de destruir parasitas da malária circulando no sangue de cobaias de laboratório com a administração de uma dose única da substância. O potencial do agente químico, batizado com o nome de spiroindolone NITD 609, parece tão promissor que os primeiros testes clínicos no homem podem começar no final do ano.

Além das experiências feitas no laboratório americano, uma equipe do Instituto Tropical Suíço também obteve resultados encorajadores com a substância, depois de testá-la em ratos que tinham sido inoculados com o parasita da malária. Normalmente, os ratos de laboratório infectados com o parasita da malária morrem em uma semana. No entanto, uma dose importante do novo agente químico conseguiu curar cinco de seis cobaias infectadas.

Experiências realizadas em outras seis cobaias que receberam uma dose mais fraca da nova substância curaram a doença na metade dos animais. Os pesquisadores também compararam a eficácia do novo agente com outros medicamentos contra a malária, como a artemisinina, atualmente o melhor tratamento existente contra a doença, e consideraram os resultados positivos. Outros testes provaram que o novo agente não é tóxico para as células humanas. Havia pelo menos dez anos, desde a descoberta da artemisinina, derivada de uma planta chinesa, que os cientistas não se entusiasmavam com uma substância contra a malária.

Fonte: Guia Global

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Emprego na área de saúde: Rio contrata para 2.484 vagas

A Secretaria municipal de Saúde do Rio, por meio do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), abre inscrições nesta sexta-feira (03/09) para 2.484 ofertas de trabalho temporário no programa de saúde da família do município (veja o EDITAL da seleção). São 737 vagas imediatas e o restante para formação de um cadastro de reserva, em funções de níveis fundamental, médio e superior.

As oportunidades são para os bairros de Bangu, Padre Miguel, Realengo, Senador Câmara, Vila Kenedy, Campo Grande, Cosmos, Guaratiba, Inhoaíba, Mendanha, Santa Margarida e Santíssimo. A carga horária exigida é de 40 horas semanais, exceto dos médicos, que trabalharão 20 horas semanais. O salário varia de R$ 710 a R$ 7.500.

Há oportunidades para dentista, enfermeiro, famacêutico, médico, assistente social, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, professor de educação física, psicólogo, sanitarista, terapeuta ocupacional, auxiliar administrativo, técnico de enfermagem, técnico de farmácia, técnico de saúde bucal, agente comunitário de saúde e auxiliar de saúde bucal.

Os interessados poderão fazer a inscrição, de 3 a 26 de setembro, pelo site www.ceperj.rj.gov.br. O valor da taxa varia de R$ 20 a R$ 60. O resultado está previsto para sair em dezembro.


Nanotecnologia brasileira trata câncer e aterosclerose

Nanopartícula com medicamento

Uma nanopartícula desenvolvida pelo grupo do professor Raul Cavalcante Maranhão, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCM-USP), é capaz de levar medicamentos especificamente a células cancerosas ou a tecidos de órgãos transplantados.

Recentemente, a equipe verificou que a técnica também é eficiente contra a aterosclerose.

"Trata-se de um avanço muito importante, pois é a primeira vez que se trata o efeito base da aterosclerose. Até agora, a doença era tratada com remédios para hipertensão - para a desobstrução de vasos -, que atingem os efeitos mas não a doença", disse Maranhão.

Colesterol LDL

A pesquisa para criar a partícula nanométrica começou a tomar corpo em 1995, quando Maranhão iniciou o projeto "LDL artificial: um novo método para o tratamento do câncer".

O objetivo era criar uma versão artificial da LDL (lipoproteína de baixa densidade, em inglês), partícula que concentra mais de 70% do colesterol presente no sangue humano.

O resultado foi a LDE, uma LDL artificial composta de um envoltório de fosfolípedes e um núcleo de colesterol.

Na circulação, a LDE recebe partes proteicas das liproproteínas naturais ao se chocar com elas. Uma dessas partes é a Apo E, que passa a fazer parte da LDE. "Com ela, a LDE começou a se ligar ao receptor com muito mais força do que a própria LDL, porque a Apo E tem muito mais afinidade com o receptor", explicou Maranhão.

Receptores das células

A aplicação prática da pesquisa teve início quando o professor da USP conheceu o trabalho ganhador do prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1995, conquistado pelos norte-americanos Michael Stuart Brown e Joseph Goldstein.

Os dois haviam descoberto o receptor da LDL, mas a parte do trabalho que mais interessou a Maranhão foi a que mostrava que esse receptor é muito aumentado em células neoplásicas, as afetadas pelo câncer. Essa superexpressão dos receptores foi percebida pela primeira vez na leucemia.

A explicação disso seria que a célula cancerosa se divide com muito mais velocidade do que as células comuns. Para isso, ela precisa duplicar todo o seu estoque de membranas, que são formadas basicamente de lípides. A maneira mais fácil de a célula obter essa matéria-prima é pelo aumento no número de receptores para o LDL, que carregam o colesterol.

"Com essa descoberta, decidimos injetar uma droga na LDE para que atingisse diretamente o câncer, pois as demais células têm muito poucos receptores para a proteína", contou o professor, afirmando que essa manobra seria impossível de ser feita com a LDL.

Quimioterapia com nanotecnologia

Em alguns testes clínicos, as nanopartículas LDE foram marcadas, o que permitiu a visualização de sua trajetória pelo organismo. O experimento acabou confirmando que ela se concentrava nos sítios de medula óssea afetados pela leucemia.

O resultado é uma quimioterapia com toxicidade extremamente reduzida, que chega a ser até dez vezes menor na comparação com outras drogas. A quimioterapia tem como um dos principais obstáculos os efeitos colaterais provocados pela toxicidade dos medicamentos.

A seletividade do alvo conquistada com a nanotecnologia permitiu o combate às células doentes preservando as demais de uma exposição exagerada ao medicamento. Esse efeito foi observado também em outros tipos de cânceres, como ginecológico, mieloma múltiplo, mamário e ovariano.

Essa etapa foi desenvolvida no âmbito de outro Projeto Temático FAPESP, intitulado "Lipoproteínas artificiais na investigação das dislipidemias e no tratamento do câncer", conduzido de 2000 a 2004.

Remédio para aterosclerose

Ao aplicar a LDE em coelhos, Maranhão percebeu que a nanopartícula também se concentrava nas lesões ateroscleróticas dos animais. "A aterosclerose é um processo proliferativo desencadeado por uma doença inflamatória e, na proliferação, o número de receptores para LDL é aumentado", explicou.

Os resultados mostraram que a mesma LDE pode ser utilizada como veículo para levar drogas específicas contra a aterosclerose. Em testes feitos em coelhos, a técnica conseguiu reduzir a doença em até 60%.

O sucesso da nanopartícula fez com que Maranhão recebesse um convite para estender as aplicações da técnica. A iniciativa foi do diretor do Instituto do Coração da USP (Incor), Noedir Stolf, que havia desenvolvido técnicas de transplantes de coração em coelhos.

Nos animais, Stolf conseguiu implantar um coração sem retirar o órgão original. Com os dois corações trabalhando em paralelo, Maranhão testou a LDE e notou que ela se concentrava quatro vezes mais no órgão transplantado em comparação com o original. Mais uma vez, um processo inflamatório, provocado pela rejeição, estava aumentando os receptores para a nanopartícula.

Além da rejeição há uma aterosclerose acelerada conhecida por doença coronária do transplante, que afeta boa parte de transplantados cardíacos após cinco anos com o novo órgão. Trata-se de um processo de obstrução dos vasos e para o qual muitas vezes o único tratamento é um novo transplante.

Nos coelhos, tanto a rejeição como a obstrução das artérias foram tratadas com sucesso por meio da LDE. Segundo Maranhão, os resultados serão publicados em breve no periódico Journal of Thoraxic and Cardiovascular Surgery, que já aceitou o trabalho.

Para o professor, a LDE faz parte de uma nova categoria de medicamentos baseados na nanotecnologia e que podem abrir inúmeras aplicações na medicina.

"A ideia é ter uma nova classe de drogas para combater a aterosclerose cerebral, a periférica, doenças cardíacas, cânceres e muitas outras", indicou.

Fonte: Drogarias Online

FIP escolhe 25 de setembro como Dia Internacional dos Farmacêuticos

Brasília, 30.08.10 - O Conselho da FIP (Federação Internacional Farmacêutica) instituiu, por meio de votação realizada, no dia 28 de agosto de 2010 (sábado), 25 de setembro como o Dia Internacional dos Farmacêuticos. A decisão visa a dar uma unidade entre a categoria, no mundo inteiro. A FIP está realizando, no Centro de Congressos de Lisboa (Portugal), o seu 70º Congresso, que tem por tema "Da molécula ao medicamento, com vista à maximização de resultados: uma viagem exploratória pela farmácia". O evento vai até o dia 2 de setembro. O Presidente do CFF, Jaldo de Souza Santos, está, em Portugal, participando do Congresso.

Considerado o maior evento farmacêutico do mundo, o 70º Congresso da FIP reúne 3 mil profissionais e cientistas de 200 países. É, por excelência, um importante fórum de reflexão sobre os grandes temas da atualidade farmacêutica e de saúde em geral. Nele, são definidas as principais normas orientadoras que irão reger a profissão. O evento reúne 50 programas, cada um abordando diferentes assuntos em seminários, palestras, mesas redondas, workshops, fóruns, painéis, reuniões.

O Presidente vai defender, no Congresso, o fortalecimento da assistência farmacêutica, nos países sul-americanos. Ele defende a urgente a adoção, por parte das autoridades sanitárias do Continente, de políticas públicas que incluam os cuidados farmacêuticos no contexto da saúde pública.

Cita o “Curso de Aperfeiçoamento em Diabetes para Farmacêuticos”, oferecido pelo Ministério da Saúde, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Conselho Federal de Farmácia, ADJ (Associação de Diabetes Juvenil) e outros órgãos, como exemplo de ação de saúde por meio dos serviços farmacêuticos. O curso vai capacitar 80 mil farmacêuticos de todo o Brasil, até o final de 2011, para que prestem cuidados a pessoas diabéticas.

Sobre o Congresso da FIP, Souza Santos declarou: “É a melhor oportunidade que farmacêuticos de todos os continentes tem para discutir a profissão, assimilar os avanços da ciência e apontar caminhos que levem à melhorias na saúde”. Sobre a decisão dos membros do Conselho da FIP, de escolher o dia 25 de setembro como o Dia Internacional dos Farmacêuticos, o Presidente do CFF explica que é uma forma de a categoria ter uma data para lembrar da profissão, no mundo inteiro, e fazer com que as sociedades, também, conheçam a profissão.

Jornalista Aloísio Brandão, Assessor de Imprensa do CFF.


Banana pode auxiliar na prevenção contra a Aids

Substância encontrada na fruta pode inibir o vírus HIV

Famosa por suas propriedades nutritivas, a banana agora se tornou uma arma potente na prevenção da AIDS. Um estudo americano da Escola de Medicina de Michigan, nos EUA, descobriu que a lectina BanLEc, presente na fruta, é um inibidor natural do HIV, o vírus transmissor da doença. A banana, portanto pode prevenir a transmissão do vírus.

A pesquisa publicada na revista "Journal of Biological Chemistry" explica que o BanLec bloqueia a ação do vírus HIV antes que ele possa se fixar às células sanguíneas. As lectinas como a BanLec têm despertado interesse cada vez maior dos pesquisadores justamente por serem uma classe de proteína que se liga a carboidratos e é capaz de identificar invasores. Dessa forma, quando um vírus aparece, ela pode ligar-se a ele impedindo infecções.

No caso do vírus HIV, a BanLec pode ligar-se à cobertura rica em carboidratos do vírus e bloquear sua propagação no corpo humano oferecendo uma proteção mais ampla. Outra vantagem da proteína da banana e que ela poderá deixar o tratamento mais barato do que os atuais coquetéis anti-AIDS.

O uso de um microbicida (produto que destrói os micróbios) à base de BanLec em forma de gel ou creme a ser espalhado nos órgãos sexuais masculino ou feminino, pode ser um grande ganho no combate à disseminação da AIDS. Os cientistas informam no entanto que vai demorar um pouco para que o uso clínico do BanLec seja possível.

Fonte: Abril.com

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